Um Brasil doente

Homofobia: assassinato de Edson Néris da Silva (à direita) em 2000, por um grupo de jovens que se intitulavam como "Carecas do ABC". O fato foi caracterizado como o primeiro crime de ódio, relacionado à homofobia, de grande repercussão na imprensa e no âmbito dos direitos humanos.(Foto: reprodução da internet).

A notícia de um homem, intitulado de juiz, chamado Waldemar Cláudio de Carvalho que concedeu uma liminar para autorizar psicólogos (interessados) a oferecerem terapia de “reversão sexual” popularmente dita como “cura gay”, tomou conta do país através das redes sociais e de diversos outros meios de comunicação. Foi o ponto ápice para entender que o Brasil está doente. E essa doença não tem nada a ver com homossexualidade.

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17 de Maio – Dia Internacional Contra a Homofobia.

 

Travesti Dandara assassinada a tiros e pauladas no Ceará em fevereiro de 2017. O motivo? Apenas ódio. (Foto: reprodução de arquivo pessoal)
A data de 17 de Maio de 1990 foi escolhida como simbólica a respeito do avanço dos direitos LGBTQ. Nesta data a homossexualidade foi descaracterizada como patologia pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Porém, o preconceito e a discriminação para com a comunidade LGBT ainda continua. Muitos morrem no Brasil por crimes de ódio, países africanos ainda consideram um crime a homossexualidade, penalizado com a morte do indivíduo, a Rússia cada vez mais oprime e cria uma ditadura para a comunidade homossexual.

Ainda temos um longo caminho, mas nada poderá ser mais forte do que o amor ao próximo, porque a cada dificuldade, mais ganhamos força para um dia alcançarmos uma sociedade mais igualitária.

O mais importante no momento é conservar o orgulho e autoestima a respeito de quem somos, humanos iguais a todos!